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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Praças em luta em SC


Página na internet fora do ar, pedido de dissolução de entidade representativa de cerca de 10 mil trabalhadores, lutadores a ponto de serem punidos em Conselhos de Disciplina, nos quais o procedimento é sumário para excluir, da instituição militar, profissional considerado incapaz do ponto de vista ético, moral e profissional. Assim o governo de Luiz Henrique da Silveira está tratando a Associação de Praças do Estado de Santa Catarina, a Aprasc. Na quarta-feira, 14, representantes de cerca de 20 entidades do movimento sindical, popular e de partidos políticos participaram da reunião do COMITÊ DE SOLIDARIEDADE À APRASC E CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS.


Um dos assuntos discutidos foi a afronta, por parte do governo, ao princípio da liberdade de expressão e informação, consagrado na Constituição Federal. A página da Aprasc informa: Por determinação da Justiça, a pedido do governador Luiz Henrique da Silveira, o site da APRASC (www.aprasc.org.br) vai ficar fora do ar durante 90 dias. Além disso, já são 10 os soldados submetidos a Conselho de Disciplina.


Mas a Aprasc, com apoio de movimentos, entidades, grupos políticos e personalidades, segue firme na luta. Está recolhendo assinaturas em abaixo-assinado – são quase duas mil por dia apenas em Florianópolis – e organiza vigília na praça em frente à Assembléia Legislativa, em Chapecó e em Lages. Na reunião desta quarta-feira foram encaminhadas outras atividades. Uma delas será o Ato Popular Nacional Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais e em Solidariedade à Luta dos Praças e seus Familiares, programado para fevereiro.


O governo estadual tenta impedir e punir a luta dos praças desde que, para exigir o cumprimento de lei, os trabalhadores e trabalhadoras ocuparam os quartéis, de 22 a 27 de dezembro. A principal reivindicação do movimento é o cumprimento integral da Lei Complementar n° 254, aprovada na Assembléia Legislativa e sancionada por LHS em 15 de dezembro de 2003. A lei reorganiza a estrutura administrativa e a remuneração dos profissionais do Sistema de Segurança Pública: incorpora abonos e gratificações aos salários, prevê reajustes salariais e cria adicional de atividade progressivo. Também avança na construção de um plano de carreira, estabelecendo a proporcionalidade remuneratória (o maior salário não pode ser superior a quatro vezes o menor salário, eliminando as graves distorções vigentes até hoje, quando a diferença ultrapassa sete vezes). Embora no caso dos oficiais os abonos de dois soldos e meio já tenham sido incorporados aos salários, os praças sofrem há três anos com os salários congelados.


A Aprasc está divulgando junto à população que já são cinco anos de promessas não- cumpridas por parte do governo estadual e inúmeras mesas de negociação, nas quais o governo sequer apresentou uma proposta de cronograma para o cumprimento prático da Lei. A luta está se fazendo com o apoio fundamental do nascente Movimento de Esposas e Familiares dos Praças. Trata-se de uma luta em defesa da segurança pública para todo o povo catarinense e em defesa da dignidade e dos direitos dos servidores públicos.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Bancários e servidores do Cepon e Hemosc fizeram ato nesta quarta, 22


Fotos: Míriam Santini de Abreu

Os bancários e bancárias da base do SEEB Florianópolis e Região, que completam 15 dias em Greve nesta quarta-feira, 22, e os servidores do Hemosc e Cepon, que entraram em greve nesta segunda (20) fizeram um Ato conjunto, nesta quarta-feira (22/10), às 15 horas, no Largo da Catedral, entre as agências do Banco do Brasil e do BESC, no Centro de Florianópolis.
Os trabalhadores sairam em passeata pelas principais ruas do Centro. A atividade buscou mostrar a força dos trabalhadores unidos e dar mais visibilidade aos dois movimentos que lutam por justiça e dignidade para todos.
Há mais de dois anos, o Movimento em defesa do Cepon e Hemosc Públicos, SindSaude e Sintespe tentam negociar com o Governo o termo de cedência, imposto pela gestão da Organização Social (FAHECE), que administra atualmente as duas unidades.
Familiares, pacientes e movimentos populares lutaram quase três anos para que os serviços do Hemosc (que trabalha com coleta de sangue) e Cepon (que cuida de pacientes com câncer) permanecessem 100% SUS. Foram várias audiências públicas, manifestações e coleta de mais de 70 mil assinaturas contra esse projeto e, mesmo assim, o governo entregou as instituições nas mãos de uma Organização Social, iniciando o processo de privatização das duas instituições.
Com a assinatura do termo, os trabalhadores perdem vários direitos adquiridos com a lei n 323, o Plano de Carreira e Vencimentos. Tentaram inúmeras vezes sentar com o Governo do Estado para propor algumas mudanças no contrato. Sem êxito. A pressão para assinatura do termo foi se intensificando nas unidades, mesmo com o posicionamento contrário dos servidores. A ultima saída foi a greve, que será construída na Capital e se estende aos hemocentros do interior, atingindo um total de 700 trabalhadores. Fonte: SEEB Florianópolis e Região, com informações da Contraf/CUT e Sintufsc

Fenaban apresenta nova proposta e bancários votam hoje destino da Greve

A Fenaban apresentou ontem, terça-feira 21 à noite, no 14° dia da greve nacional dos bancários, uma nova proposta com reajuste salarial de 10% para quem ganha até R$ 2.500 e 8,15% para as demais faixas salariais e para todos os benefícios. Em relação à PLR, a proposta dos bancos é de 90% do salário mais parcela fixa de R$ 966,00, com teto de R$ 6.301, mais adicional de 8% da diferença entre o lucro líquido de 2008 em relação a 2007, distribuídos linearmente para todos, com piso de R$ 1.320 e teto de R$ 1.980. Caso a soma da PLR seja inferior a 5% do lucro líquido, a participação nos lucros será equivalente a 2,2 salários, com teto de R$ 13.862 (o que vier primeiro). O pagamento da PLR será efetuado até dez dias após a assinatura do acordo.O Comando Nacional passará ainda hoje orientação aos sindicatos para as assembléias da noite. Fonte: Fenaban

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Saúde à venda em SC


Quinta-feira, 16 de outubro, chuvosa em Florianópolis, mas o movimento sindical e popular fez caminhada da Assembléia Legislativa até o Terminal Central do transporte coletivo para denunciar a privatização da saúde em Santa Catarina. O Hemosc e o Cepon (sangue e derivados e tratamento oncológico, respectivamente) agora estão nas mãos de uma Organização Social, que desorganizou as duas unidades de saúde para fazê-las dar lucro. Saiba mais em http://www.sindsaudefpolis.com.br/

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

O sindicalismo está em alta?

Por Altamiro Borges*

Nas últimas décadas, o sindicalismo brasileiro e mundial viveu a mais grave crise da sua história. Alguns fatalistas chegaram a decretar o fim dos sindicatos e deram “adeus ao proletariado”. Os donos do capital, avarentos por lucros, festejaram o declínio da força dos trabalhadores. Os fatos pareciam confirmar os maus presságios. No mundo todo e no Brasil, os índices de sindicalização despencaram, as assembléias se esvaziaram e as greves perderam ímpeto. A crise, decorrente de fatores objetivos e subjetivos, afetou todas as correntes que atuam nesta arena da luta de classes.
As taxas medíocres de crescimento da economia capitalista, com seus recordes de desemprego, a ofensiva neoliberal de regressão dos direitos trabalhistas, e o intenso processo de reestruturação produtiva, com a introdução de tecnologias poupadoras de trabalho vivo e de técnicas gerenciais de cooptação, jogaram os trabalhadores na defensiva e enfraqueceram suas entidades de classe. Num cenário tão desfavorável, muitas direções sindicais se burocratizaram e abandonaram a perspectiva da luta classista. A crise afetou inclusive centrais antes combativas, como a CUT.

Sinais positivos de retomada

Agora, porém, surgem sinais de certa revitalização da lutas sociais. O declínio do imperialismo ianque, que afunda numa brutal crise econômica e padece na ocupação militar do Iraque, dá novo impulso à resistência dos povos. Já a fadiga do neoliberalismo, maior responsável pelo desmonte do trabalho, impulsiona as lutas dos trabalhadores contra o desemprego e a precarização. No caso do Brasil, o tímido crescimento da economia gera o aumento do emprego formal e da renda dos assalariados. O cenário atual, aparentemente, torna-se mais favorável à luta dos trabalhadores.
Alguns indicadores confirmam esta nova tendência. Os índices de sindicalização no país voltam a crescer – de 16% nos anos 90 para quase 20% no ano passado. As greves ressurgem nos setores privado e público. Com o crescimento da economia, o poder de barganha dos sindicatos cresce – tanto que 87% das categorias obtiveram aumento real de salário em 2007, fato inédito nas duas últimas décadas. Até as pesquisas de opinião apontam uma melhora da imagem do sindicalismo, que subiu de 11º para 7º lugar entre as instituições mais respeitadas pelos brasileiros.

Ousar lutar, ousar vencer
Diferentemente da trágica fase anterior, na qual só se discutia a regressão dos direitos, a agenda sindical agora é mais positiva. Entre outros temas, debate-se a redução da jornada de trabalho, a restrição à terceirização, a concessão de direitos as 6,3 milhões de empregadas domésticas e a ratificação das convenções 151 (direito de negociação coletiva dos servidores) e 158 (proibição da demissão imotivada) da Organização Internacional do Trabalho. Também já foram aprovadas medidas para a ampliação da licença-maternidade e de limitação aos abusos nos estágios.
Apesar das causas objetivas e subjetivas da crise do sindicalismo não terem sido ainda superadas, o cenário hoje é mais favorável às lutas sindicais. Se este diagnóstico estiver correto, o momento agora é de intensificar as lutas dos trabalhadores e fortalecer as organizações de classe. É hora de ousar ainda mais nas reivindicações e ações classistas, inclusive corrigindo as graves distorções do passado recente. O “império do mal” está em declínios e as idéias neoliberais fatigaram, mas o capital não está parado. Ele voltará à ofensiva contra o trabalho.
O sindicalismo não pode perder esta oportunidade mais favorável para defender a ampliação dos direitos dos trabalhadores e a própria superação do sistema de exploração capitalista. Fonte: Vermelho

*Altamiro Borges é jornalista, Secretário de Comunicação do Comitê Central do PCdoB, editor da revista Debate Sindical e autor do livro "As encruzilhadas do sindicalismo" (Editora Anita Garibaldi, 2ª edição)

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Eta governinho bom, sô!

Por Elaine Tavares, jornalista

O governo de Luis Inácio vai terminar seu segundo mandato e certamente ficará na história como o governo que conseguiu domar os trabalhadores brasileiros num tempo em que, em toda a América Latina, as gentes se levantaram em luta. A lógica de cooptação de sindicalistas e lideranças populares segue a todo vapor e, agora, com mais uma medida que promete engordar as contas de sindicatos, federações e centrais, promove um pouco mais de divisão na já combalida classe trabalhadora. Nem Getúlio Vargas foi tão longe.
Pois a última do Lula foi expandir a cobrança compulsória do imposto sindical aos trabalhadores públicos. Até então, esta excrescência só acontecia no mundo privado e significa o seguinte: os trabalhadores que não se interessam por filiar-se ao sindicato são obrigados a pagar o imposto sindical. Isso acaba sendo muito bom para os sindicatos cartoriais, pois eles prescindem do filiado. Tem o dinheiro e basta. Assim, não precisam fazer todo um trabalho de encantamento e conscientização para que os trabalhadores se filiem e lutem. É tudo bussines! É certo que sindicatos sérios e comprometidos com a luta sempre devolveram o imposto aos trabalhadores, mas isso é quase exceção.
Agora, talvez embalado pela sensação de que está com as lideranças sindicais no bolso, o governo edita uma instrução normativa, sem consultar qualquer entidade de trabalhadores, e decide que vai descontar o imposto também do setor público. As Centrais gritaram, as Federações reclamaram e muitos sindicatos também. Afinal, esta é mais uma intromissão do governo na organização dos trabalhadores.
Primeiro, foi criado o tal do Fórum Nacional do Trabalho que junta na mesma mesa patrões e trabalhadores, como se fosse possível conciliar capital e trabalho. Depois veio a proposta de Lei de Greve, mais na frente a legalização das Centrais Sindicais e agora isso. Sobre os outros três pontos quase ninguém gritou. Apenas uns poucos “arautos da desgraça”, que mostravam claramente ser esta posição governamental uma forma de cooptação dos trabalhadores e uma tentativa de conciliação de classe que amansaria os conflitos. Agora, no que diz respeito à cobrança do imposto compuslório, algumas das centrais já se pronunciaram contra, mas certamente haverá outras centrais, sindicatos e federações que acharão a idéia genial. Mais dinheiro entrando e sem que seja necessário toda a trabalheira de politizar “as massas”. A Nova Central Sindical dos Trabalhadores e a União Geral dos Trabalhadores, por exemplo, acharam a normativa uma boa idéia.
É, gente, porque agora, com o fato de o governo ter “legalizado” as centrais, tem central a dar com pau. E nunca se viu a classe trabalhadora tão apática e desmobilizada. Parece que só o que importa é o funcionamento do aparelho. Não é à toa que há quem vibre com mais esta esperteza do governo. Enquanto isso, na sala de justiça... a vida vai seguindo. Transgênicos na mesa, agronegócio bombando, serviços públicos sendo desmontados, fundação privada para gerir o público, hospitais universitários privatizados, banqueiros acarinhados, transnacionais chupando o nosso sangue, biocombustível substituindo os alimentos, e por aí vai.
Agora, com essa normativa, os sindicatos, federações e centrais, ficarão cada dia mais gordos, saciados. A luta política? Hã!...

quarta-feira, 30 de julho de 2008

SINDASPI promove concurso de fotografia

O SINDASPI/SC está promovendo o VI Concurso de Fotografia. A iniciativa objetiva, exclusivamente, a utilização de fotografias, em preto e branco ou em cores, digitais ou convencionais, inéditas, não publicadas, retratando situações, no campo e/ou cidades catarinenses, dentro do tema: ÁGUA, FONTE DE VIDA. Os trabalhos selecionados integrarão o Calendário - 2009 do Sindicato. Mais informações em http://www.sindaspisc.org.br/conteudo_fotografia2009.php

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Servidores da Anvisa reiniciam greve

Os servidores da Anvisa em Santa Catarina decidiram, em reunião estadual realizada na tarde de ontem, dia 23 de julho, em Florianópolis, retomar a greve por tempo indeterminado no Estado. Os servidores da Anvisa em todo o País entraram em greve por tempo indeterminado no dia 30 de junho. Atendendo a um apelo do governo e apostando na retomada das negociações, a greve foi suspensa no dia 11 de julho. Porém, em audiência realizada no dia 17 de julho, em Brasília, no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, entre representantes do governo e do Comando Nacional de Greve Unificado dos servidores da Anvisa e das demais agências reguladoras que estão em greve no País, o governo propôs um termo de acordo no qual colocou como compromisso a abertura de um Grupo de Trabalho para discutir as demandas dos servidores.
Em SC, os servidores avaliaram que esta decisão do governo não atende às demandas dos trabalhadores e decidiram retomar a greve. A exemplo de Santa Catarina, os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Rio Grande do Sul, Paraíba e Pernambuco já decidiram pela retomada da greve. Os demais estados estão realizando assembléias.
Em SC, a greve já atinge o porto de Itajai, o Aeroporto de Joinville e a fronteira de SC em Dionísio Cerqueria, além da sede da Anvisa em Florianópolis. A greve dos servidores da Anvisa é conjunta com a greve nacional das agências reguladoras que está acontecendo em todo o País. Os servidores reivindicam melhores salários e condições de trabalho. Fonte: Sindprevs-SC

terça-feira, 24 de junho de 2008

Servidores do INSS protestam nesta quinta

O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência em Santa Catarina (Sindprevs/SC) está chamando um protesto neste dia 26 de junho (quinta-feira) em todo Estado. Os servidores do INSS devem atrasar a abertura das Agências do INSS em uma hora em todo País.
O protesto é pelo cumprimento do acordo da greve de 2005 que até hoje não foi cumprido pelo Governo Federal. Os servidores lutam pela abertura de mais vagas nos concursos públicos da Previdência, por melhores condições de trabalho, por melhorias salariais, pela manutenção da jornada de trabalho de 30 horas e contra o assédio moral e a falta de equipamentos e de funcionários nas Agências da Previdência.
Os servidores, através de sua Federação em Brasília, a Fenasps, vêm tentando várias audiências com o governo para tratar das suas reivindicações, porém estas audiências têm sido constantemente adiadas.
Por isso, de acordo com o Sindprevs/SC, antes de deflagrar uma greve os servidores querem alertar o governo para suas reivindicações e dialogar com a população para expor a falta de condições de trabalho nas Agências do INSS. Fonte: Sindprevs-SC

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Povo é barrado na ALESC

Cenas de desrepeito resumem o tratamento do Governo na votação do IPREV, que aconteceu no dia 17 na Assembléia Legislativa de Santa Catarina. Os trabalhadores foram impedidos de acompanhar a sessão, ficaram do lado de fora do plenário da "Casa do Povo". "Vontade do povo é lei" provou ser um slogan comercial do Governo, pois a participação popular foi impedida. Servidores foram agredidos, machucados e ofendidos por um Estado ditador, que não esconde mais a sua falta de humanização.

O IPREV foi aprovado e comemorado pela base do Governo. Risos estampavam o dever cumprido da maioria dos deputados que votaram "SIM", a favor do projeto. O deboche não foi poupado e o respeito já se perdeu há tempos. O episódio mostrou que o Governo atende com eficiência somente os interesses de poucos, e o povo, que sustenta essa máquina fálida de serviços públicos, deve apenas aceitar com submissão as coordenadas dos homens do poder. Só que o fato também revela trabalhadores que estão cansados das roubalheiras, mentiras, manipulações e "falta de contrapartida do Governo". A indignação foi despertada e só tende a crescer. Agora falta o IPREV ser sancionado pelo Governador. Apesar disso a luta continua! Fonte: SindSaúde

terça-feira, 10 de junho de 2008

Previdência entregue ao mercado

Sintespe, Sinte, Sinjusc, Sindalesc e Afalesc fazem, nesta terça-feira, 10, manifestação contra a iniciativa do governo estadual de privatizar a Previdência dos servidores públicos. Centenas de trabalhadores se reúnem nesta tarde em frente ao IPESC. Leia mais sobre o assunto no folheto abaixo.



quarta-feira, 4 de junho de 2008

Sinte coleta assinaturas contra municipalização da educação


O Sindicato dos Trabalhadores em Educação na Rede Pública do Estado de Santa Catarina (Sinte) coleta assinaturas nesta quarta-feira, 4, na frente do Ticen, na Capital, contra a municipalização da educação. Veja mais detalhes na imagem.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Apufsc promove 1º Congresso de Professores da UFSC

De 2 a 4 de junho, a Apufsc promove a primeira edição do Congresso de Professores da UFSC. O objeto do evento é promover um espaço de diálogo entre os docentes da universidade. Abordando os temas “Universidade, Trabalho e Política”, o Congresso busca articular estes três eixos em busca do entendimento e da resolução dos problemas que afetam universidade pública e a atividade acadêmica.

O evento contará com atividades culturais na Tenda da Apufsc e uma extensa programação de debates. Confira:

2 de junho
19h30 - Auditório da Reitoria
Conferência de Abertura
- Roberto Romano (Unicamp)
- Roberto Leher (UFRJ)

3 de junho
14 horas - Auditório da Reitoria
Universidade no Sul do Brasil: reforma universitária e suas conseqüências
- Diorge Alceno Konrad (UFSM)
- Laura Fonseca (Unipampa)
- Milena Maria da Costa Martinez (UFPR)
- Carlos Henrique Lemos Soares (UFSC)

16 horas - Auditório da Reitoria
Maio de 68: 40 anos depois
- Christian Guy Caubet (UFSC)
- Ivan Valente (deputado federal - PSOL/ SP) [a confirmar]

19h30 - Auditório da Reitoria
Condições de Trabalho na Universidade: saúde do professor, assédio moral, direito autoral, produção acadêmica para quem?
- Américo Ishida (UFSC)
- Roberto Moraes Cruz (UFSC)

3 e 4 de junho -
entre 9 e 17 horas - Tenda Cultural
Montada na praça em frente ao Convivência com comida, ioga, panfletagem, música...

4 de junho
14 horas - Auditório da Reitoria
Fundações x Universidade: Apoio ou prejuízo?
- Carlos Becker Westphall (Apufsc)
- Christian Guy Caubet (UFSC)
- Reitoria da UFSC – convidado a confirmar

14 horas - Auditório do CFH
A Experiência dos Encontros de Professores da UFSC.
- Mauricio Roberto da Silva (UFSC)

14 horas - Auditório do Colégio de Aplicação
Carreira Única nas Universidades Federais
- Hélcio Queiróz Braga (SINDCEFET-MG)
- Alberto Elvino Franke (UFSC)

15 horas - Auditório do CFH
O Papel do Professor Aposentados no Movimento Sindical
- Fernando Molinos Pires (Andes-SN)

16 horas - Auditório do CFH
Concepções de Regimento e Sindicato
- Albertina Dutra Silva (Diretoria da Apufsc)
- João Carlos Fagundes (Conselho de Representantes da Apufsc)

16h30 - Auditório da Reitoria
História do Movimento Docente na UFSC
- Crenilde Rodrigues (UFSC)
- Marli Auras (UFSC)
- Vera Bazzo (UFSC)

17 horas - Auditório do CFH
A Universidade e o Plano Diretor
- Américo Ishida (UFSC)
- Janice Tirelli (Repres. do Campeche no Plano Diretor)

19h30 - Auditório da Reitoria
Movimento Sindical e Universidade: efeitos da proposta de reforma do governo federal no movimento docente
- José Vitorino Zago (Conlutas)
- Fernando Molinos Pires (Andes-SN)
- Ricardo Antunes (Unicamp)

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Coordenador da Fenajufe avalia Encontro de AS da Região Sul

Veja a avaliação de Joaquim José Teixeira Castrillon, da Coordenação da Fenajufe, sobre o I Encontro Regional Sul dos Agentes de Segurança.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Comitê Catarinense contra a Criminalização dos Movimentos Sociais retoma atividades

Na quarta-feira, dia 14 de maio, às 19h, na sede administrativa do Sintufsc, será realizada mais uma reunião do Comitê Catarinense contra a Criminalização dos Movimentos Sociais. Agora o movimento precisa ganhar força e traçar estratégias para os próximos enfrentamentos. Vale lembrar que ainda está tramitando o processo contra 18 estudantes e alguns trabalhadores técnico-administrativos da UFSC, por conta de um ato político realizado em uma sessão do Conselho Universitário em 2005. Ainda, 11 estudantes estão sendo acusados de crime por participarem da ocupação da reitoria da UFSC durante a greve dos técnicos em 2007.

domingo, 11 de maio de 2008

Seminário Sindical do Sintufsc discute as reformas neoliberais e a organização dos trabalhadores

No dia 15 de maio será realizado o Seminário Sindical do Sintufsc “As Reformas Neoliberais e a Organização dos Trabalhadores”, no auditório do CSE – Centro Sócio-Econômico da UFSC, das 8h30min às 18h. As inscrições prévias podem ser feitas na secretária do Sintufsc. Todos que participarem integralmente receberão certificado com carga horária de 8 horas.

Programação:
Mesa 1 - 8h30min – “Organização dos Trabalhadores”
Debatedores: Doroti Martins – professora do CFH e diretora da Apufsc
José Votório Zago – professor da Unicamp/Adunicamp

Mesa 2 – 14h – “Reformas Neoliberais”
Debatedores: Paulo Tumolo – professor do CED/UFSC
Sara Granemann – professora da UFRJ

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Mobilização marca Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho

O Fórum Saúde e Segurança do Trabalhador no Estado de Santa Catarina fará mobilização no dia 28 de abril para marcar o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. A mobilização acontece das 8h às 18h no Largo da Alfândega, na Capital.

O evento busca sensibilizar a população, tendo em vista que em 2007 morreram 167 pessoas no Estado, vítimas de acidentes de trabalho. Durante o evento serão oferecidos gratuitamente: massoterapia, confecção de carteiras de trabalho e exame da visão.

Em Florianópolis participam as seguintes entidades: Ministério Público do Trabalho (MPT), Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (antiga DRT), Centros de Referência em Saúde do Trabalhador de todo o Estado, Fundacentro, FIESC, SESI, SENAT, UFSC, CUT, UGT e NCST. Também serão prestadas informações sobre direitos trabalhistas e vai haver recebimento de denúncias sobre irregularidades.

Fonte: Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina

Servidores do INSS e do Ministério da Saúde realizam manifestação nesta segunda, dia 28, em Florianópolis

Os servidores do INSS e do Ministério da Saúde em Santa Catarina realizam uma manifestação estadual em Florianópolis nesta segunda-feira, dia 28/4, a partir das 10 horas, no calçadão da Rua Padre Miguelinho - entre os prédios da Superintendência Regional Sul do INSS e do prédio do Ministério da Saúde, no Centro da Capital.

O dia 28 será um Dia Nacional de Mobilização dos servidores do INSS e do Ministério da Saúde, com realização de manifestações em diversos estados.

Os servidores pedem a reabertura das negociações com o Governo Federal sobre o Plano de Carreiras das duas categorias; exigem o cumprimento do acordo de greve com os servidores do INSS e a melhoria na proposta salarial apresentada pelo governo aos servidores do Ministério da Saúde; melhores condições de trabalho; ampliação das vagas nos concursos públicos para suprir a falta de servidores; paridade entre ativos e aposentados e a manutenção das 30 horas de trabalho semanais.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

SindSaúde contra a privatização

No dia 22, o SindSaúde fez manifestação em frente ao prédio da Secretaria Estadual de Saúde e da Administração, em Florianópolis, para negociação da pauta de reivindicações da categoria.
Os servidores enfatizaram que querem trabalhar, mas com condições adequadas e salários dignos. Todos os dias, eles enfrentam uma série de dificuldades e tentam driblar as carências das instituições públicas de saúde. Convivem com a dor humana, e presenciam diariamente o sofrimento dos enfermos, dos familiares e daqueles que nem conseguem ser atendidos a tempo. Preocupa muito neste cenário atual o desmonte do serviço público de saúde, que atinge diretamente toda a população.

A intenção de privatização e terceirização prejudica o fluxo e qualidade dos serviços públicos. O governo do Estado está entregando a saúde aos grupos privados, chamados de Organizações Sociais (OS). Isso aconteceu no Hemosc e no Cepon. Agora, está em fase final de privatização do Hospital Infantil de Joinville, que será aberto sob o controle de um grupo privado. (Com informações do SindSaúde)