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terça-feira, 13 de maio de 2008

Feijoada festiva para ajudar Anna Paula

Venha desfrutar de um dia festivo, apreciando uma deliciosa feijoada acompanhada de música ao vivo. Você estará contribuindo para o tratamento de recuperação dos movimentos da amiga Anna Paula Feminella. Valor: 20,00
Valor para maior contribuição A: 50,00
Valor para maior contribuição B: 100,00

Dia: 31 de maio de 2008
Local: Sede do Bloco Carnavalesco Baiacu, em Santo Antônio de Lisboa
Horário: a partir das 12h
Informações: Lúcia 9989-3244

Anna Paula Feminella tem 34 anos, é professora de Educação Física e atualmente é diretora do SINTRASEM (Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal). Há quatro anos sofreu um acidente: a coluna de alvenaria que sustentava a rede (de descanso) em que se encontrava caiu sobre ela, provocando uma lesão medular que a deixou paraplégica. Mas o acidente não a estagnou, com ajuda de amigos e familiares voltou ao trabalho, à militância e segue em busca de todas as formas de tratamento. Recentemente descobriu, com amigos que foram a Cuba, um tratamento que prevê cirurgia de revascularização da medula - ou seja, possibilita o retorno da circulação sanguínea na região lesionada. Não há a garantia de melhoras, mas a possibilidade já é o suficiente para mobilizá-la e aos amigos e parentes na busca de recursos financeiros para custear o tratamento.Quem não puder vir na feijoada e quiser contribuir, pode fazer um depósito em uma conta específica da Campanha da Anna:Banco do Brasil – Agência 16-7 – Conta 48434-2

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Depressão na pauta

O tema depressão, com 56% dos votos na enquete do Blog do SINTRAJUSC - http://sintrajusc.blogspot.com – estará na pauta da edição de junho do jornal O Grito. A edição de maio, entre outros assuntos, tratará de acidentes e doenças de trabalho.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Fome: Alimentos como Negócio

Por Leonardo Boff
O mundo está se alarmando com a alta do preço dos alimentos e com as previsões do aumento da fome no mundo. A fome representa um problema ético, denunciado por Gandhi: “a fome é um insulto, ela avilta, desumaniza e destrói o corpo e o espírito; é a forma mais assassina que existe”. Mas ela é também resultado de uma política econômica. O alimento se transformou em ocasião de lucro e o processo agroalimentar num negócio rendoso. Mudou-se a visão básica que predominava até o advento da industrialização moderna, visão de que a Terra era vista como a Grande Mãe. Entre a Terra e o ser humano vigoravam relações de respeito e de mútua colaboração. O processo de produção industrialista considera a Terra apenas como baú de recursos a serem explorados até à exaustão.
A agricultura mais que uma arte e uma técnica de produção de meios de vida se transformou numa empresa para lucrar. Mediante a mecanização e a alta tecnologia pode-se produzir muito com menos terras. A “revolução verde” introduzida a partir dos anos 70 do século XX e difundida em todo mundo, quimicalizou quase toda a produção. Os efeitos são perceptíveis agora: empobrecimento dos solos, devastadora erosão, desflorestamento e perda de milhares de variedades naturais de sementes que são reservas face a crises futuras.
A criação de animais modificou-se profundamente devido aos estimulantes de crescimento, práticas intensivas, vacinas, antibióticos, inseminação artificial e clonagem.
Os agricultores clássicos foram substituídos pelos empresários do campo. Todo este quadro foi agravado pela acelerada urbanização do mundo e o conseqüente esvaziamento dos campos. A cidade coloca uma demanda por alimentos que ela não produz e que depende do campo.
Vigora uma verdadeira guerra comercial por alimentos. Os países ricos subsidiam safras inteiras ou a produção de carnes para colocá-las a melhor preço no mercado mundial, prejudicando os paises pobres, cuja principal riqueza consiste na produção e exportação de produtos agrícolas e carnes. Muitas vezes, para se viabilizarem economicamente, se obrigam a exportar grãos e cereais que vão alimentar o gado dos países industrializados quando poderiam, no mercado interno, servir de alimento para suas populações.
No afã de garantir lucros, há uma tendência mundial, no quadro do modo de produção capitalista, de privatizar tudo especialmente as sementes. Menos de uma dezena de empresas transnacionais controla o mercado de sementes em todo o mundo. Introduziram as sementes transgênicas que não se reproduzem nas safras e que precisam ser, cada vez, compradas com altos lucros para as empresas. A compra das sementes constitui parte de um pacote maior que inclui a tecnologia, os pesticidas, o maquinário e o financiamento bancário, atrelando os produtores aos interesses agroalimentares das empresas transnacionais.
No fundo, o que interessa mesmo é garantir ganhos para os negócios e menos alimentar pessoas. Se não houver uma inversão na ordem das coisas, isto é: uma economia submetida à política, uma política orientada pela ética e uma ética inspirada por uma sensibilidade humanitária mínima, não haverá solução para a fome e a subnutrição mundial. Continuaremos na barbárie que estigmatiza o atual processo de globalização. Gritos caninos de milhões de famintos sobem continuamente aos céus sem que respostas eficazes lhes venham de algum lugar e façam calar este clamor. É a hora da compaixão humanitária traduzida em políticas globais de combate sistemático à fome. Fonte: http://www.desacato.info/

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Palestra aborda remédios naturais

A palestra Oito remédios da natureza, com o professor Joel Souza, será realizada no auditório do HU da UFSC no dia 7 de maio, às 8h30. Informações: 3234-2722/9142 1303

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Fórum distribui informe sobre lombalgia


O Fórum Saúde e Segurança do Trabalhador no Estado de Santa Catarina fez mobilização no dia 28 de abril para marcar o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. Entre os vários folhetos distribuídos vale reproduzir o Informe sobre Lombalgia, na imagem acima.

Brasil é um dos líderes em acidentes de trabalho

Raquel Casiraghi, Porto Alegre (RS) - Agência Chasque

O Brasil é um dos líderes em acidentes de trabalho na América Latina. Anualmente, cerca de 503 mil trabalhadores sofrem algum tipo de ferimentos físicos ou até mesmo morrem em decorrência de acidentes. Os últimos dados oficiais do Ministério da Previdência são de 2006 e apontam que 2.717 pessoas morreram durante o expediente de trabalho.
No entanto, o número de acidentes é ainda maior, estima o integrante do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, Jaques Sherique. Ele avalia que aparentemente os acidentes e as mortes parecem ter diminuído em 2006 e 2007. No entanto, os registros de acidentes laborais, que em muitas vezes não são notificados pelo INSS, cresceram ainda mais no país.
“Aparentemente, a situação tem melhorado. Digo aparentemente, porque as doenças relacionadas ao trabalho cresceram de forma muito elevada. Desconfiávamos, e agora temos certeza, de que essas doenças são subnotificadas. Devido às doenças laborais, temos mais acidentes do que a média dos países da América Latina“, diz.
Dos 503.890 mil acidentes registrados em 2006 no Brasil, cerca de 120 mil foram devido a Lesões por Esforços Repetitivos, a LER, e Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho, a DORT. De acordo com Sherique, as doenças relacionadas ao trabalho são até mesmo superiores aos acidentes registrados no setor da construção civil, que tem um dos maiores índices no país.
Em toda a América Latina, ocorrem anualmente de 20 a 27 milhões de acidentes de trabalho. Destes casos, 90 mil são fatais. Ou seja, 250 pessoas morrem por dia em decorrência dos acidentes.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Mobilização marca Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho

O Fórum Saúde e Segurança do Trabalhador no Estado de Santa Catarina fará mobilização no dia 28 de abril para marcar o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. A mobilização acontece das 8h às 18h no Largo da Alfândega, na Capital.

O evento busca sensibilizar a população, tendo em vista que em 2007 morreram 167 pessoas no Estado, vítimas de acidentes de trabalho. Durante o evento serão oferecidos gratuitamente: massoterapia, confecção de carteiras de trabalho e exame da visão.

Em Florianópolis participam as seguintes entidades: Ministério Público do Trabalho (MPT), Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (antiga DRT), Centros de Referência em Saúde do Trabalhador de todo o Estado, Fundacentro, FIESC, SESI, SENAT, UFSC, CUT, UGT e NCST. Também serão prestadas informações sobre direitos trabalhistas e vai haver recebimento de denúncias sobre irregularidades.

Fonte: Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina

Servidores do INSS e do Ministério da Saúde realizam manifestação nesta segunda, dia 28, em Florianópolis

Os servidores do INSS e do Ministério da Saúde em Santa Catarina realizam uma manifestação estadual em Florianópolis nesta segunda-feira, dia 28/4, a partir das 10 horas, no calçadão da Rua Padre Miguelinho - entre os prédios da Superintendência Regional Sul do INSS e do prédio do Ministério da Saúde, no Centro da Capital.

O dia 28 será um Dia Nacional de Mobilização dos servidores do INSS e do Ministério da Saúde, com realização de manifestações em diversos estados.

Os servidores pedem a reabertura das negociações com o Governo Federal sobre o Plano de Carreiras das duas categorias; exigem o cumprimento do acordo de greve com os servidores do INSS e a melhoria na proposta salarial apresentada pelo governo aos servidores do Ministério da Saúde; melhores condições de trabalho; ampliação das vagas nos concursos públicos para suprir a falta de servidores; paridade entre ativos e aposentados e a manutenção das 30 horas de trabalho semanais.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Blog tem enquete sobre saúde

LER/Dort, depressão ou distúrbios músculo/esqueléticos? Qual desses temas deve estar na pauta da edição de junho do jornal mensal O Grito? Dê o seu voto na enquete à esquerda.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

SindSaúde contra a privatização

No dia 22, o SindSaúde fez manifestação em frente ao prédio da Secretaria Estadual de Saúde e da Administração, em Florianópolis, para negociação da pauta de reivindicações da categoria.
Os servidores enfatizaram que querem trabalhar, mas com condições adequadas e salários dignos. Todos os dias, eles enfrentam uma série de dificuldades e tentam driblar as carências das instituições públicas de saúde. Convivem com a dor humana, e presenciam diariamente o sofrimento dos enfermos, dos familiares e daqueles que nem conseguem ser atendidos a tempo. Preocupa muito neste cenário atual o desmonte do serviço público de saúde, que atinge diretamente toda a população.

A intenção de privatização e terceirização prejudica o fluxo e qualidade dos serviços públicos. O governo do Estado está entregando a saúde aos grupos privados, chamados de Organizações Sociais (OS). Isso aconteceu no Hemosc e no Cepon. Agora, está em fase final de privatização do Hospital Infantil de Joinville, que será aberto sob o controle de um grupo privado. (Com informações do SindSaúde)